Tempo de dissídio, clamações e conflitos.

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Por Edson Ferreira
Guarda Civil Municipal

Estamos iniciando nesse ano mais batalha de negociações junto ao Executivo Municipal, reivindicações e clamores de nós servidores.
São reivindicações antigas e outras recentes, mas que se faz necessário lutarmos por elas, pois todos nós servidores temos o direito de um salário digno, ambientes de trabalhos decentes, de sermos valorizados como o maior patrimônio que uma empresa pública possa ter, dentre outras peculiares de acordo com cada secretaria.
O dissídio é para reajustar nossa situação, pois é necessário que estejamos ajustados dentro dos padrões que nós servidores merecemos para podermos garantir uma boa prestação de serviços aos munícipes e também à manutenção de nossas famílias, essas que todos os dias deixamos em casa para cuidar e servir às outras famílias ribeirãopretanas.
Mas para termos nossos direitos garantidos, preservados e respeitados, é sabido que será preciso muito esforço, dedicação, comprometimento e também estarmos preparados para os conflitos que poderão e que com certeza surgirão.
Muitas vezes, tememos esses conflitos por acharmos que se agindo assim estaríamos colaborando para uma espécie de desordem, brigas e outras posturas antiéticas. Mas não é bem assim, numa vida e ou num relacionamento em que não há conflitos, não há evolução e progresso.
Digo conflitos e não confrontos, pois num conflito há mudanças enquanto que no confronto há perdas.
Num conflito de uma negociação de categoria busca-se convencer, enquanto que num confronto busca-se vencer.
O conflito é parte inerente à convivência humana, ele gera crescimento, evolução, desperta potenciais; enquanto que num confronto busca-se anular, sufocar, impor e ignorar os argumentos da outra parte.
E como nosso objetivo (Sindicato) é proporcionar mudanças de idéias, garantir a valorização do servidor, zelar pela boa manutenção das famílias desses servidores, convencer por meios de números, fatos, argumentos, promover evolução e despertar potenciais nas negociações, convido à todos nós servidores da Guarda Civil Municipal e demais secretarias a estarmos prontos para arregaçarmos as mangas da camisa e partirmos para as conflitantes troca de idéias que estão por vir nesse nosso tempo de dissídio, clamações e conflitos da categoria.
Como diz Myles Munroe, em um de seus livros: “Nossa sociedade é composta por três tipos de pessoa: 1-As que fazem as coisas acontecerem; 2-As que assistem as coisas acontecerem e 3- A grande maioria que não tem a noção do que acontece.”
Nós da diretoria do sindicato convidamos à todos os servidores a fazerem parte da classe de pessoas de número um. Eu já estou nela e você?

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