Servidores são ameaçados no CREAS. Sindicato constata condições inadequadas de trabalho e atendimento e pede interdição do local

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Os servidores municipais que trabalham na unidade do Centro de Referência Especializado de Assistência Social – CREAS POP, na rua Pernambuco, unidade que atende moradores de rua, foram vítimas de ameaças e violência na última quinta-feira, dia 23. Imediatamente o Sindicato exigiu uma reunião com representantes do Governo Municipal para discutir o assunto que vem se tornando rotineiro nas unidades de trabalho.

Participaram da reunião, realizada no próprio CREAS POP, as diretoras de Sindicalização, Jacira Campelo (que é lotada na Secretaria da Assistencia Social), da Seccional da SEMAS, Alzira Aparecida Alves, demais diretores de outras Seccionais, uma representante da Secretaria de Assistência Social, do comando da Guarda Civil e funcionários do setor.

O presidente do Sindicato, Wagner Rodrigues, cobrou a aplicação de políticas públicas no setor. “Aqui a questão não é de segurança. Falta uma política pública. É difícil para todos. O trabalhador não tem as mínimas condições de trabalho e o munícipe que necessita desse atendimento também não é bem acolhido por falta de estrutura. No final, temos uma somatória de problemas que geram violência”, disse Wagner. “Não adianta colocar um guarda aqui. Isso é apenas paliativo. O problema é bem maior. Na verdade esse local deveria ser interditado. Vamos pedir apoio das entidades ligadas aos Direitos Humanos, OAB, Ministério Público do Trabalho. Esse local é totalmente inadequado”, frisou.

Como medida paliativa, a GCM irá realizar intensificar os trabalhos no local.

 

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