Sindicato cobra, reivindicações são atendidas, mas ainda existem problemas no PS Central

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No dia 26 de janeiro a Diretoria Atuante, do Sindicato dos Servidores, esteve no Pronto Socorro Central e pôde constatar o descaso da administração municipal com as atuais condições de trabalho em que se encontram os servidores que atuam no local.
Diante das péssimas condições, o Sindicato levou a diante as reivindicações dos trabalhadores. Parte dos problemas foi resolvido. “Quando a gente esteve aqui pela primeira vez, a gente constatou que eles improvisaram o arquivo da unidade, com informações sobre os pacientes, em uma sala onde eram realizados atendimentos médicos simultaneamente. Era uma única sala dividida apenas pelos armários do arquivo. Hoje constatamos que o arquivo foi levado para outro local e a sala será utilizada apenas para o atendimento à população”, fala o presidente da Seccional da Saúde, Noedivaldo Bernardino.
Longe do Final – Os problemas no Pronto Socorro Central estão longe de terminar.
O descaso da administração municipal com o servidor e com o atendimento à população é evidente, o que vem provocando descontentamento para o trabalhador e prejuízo no atendimento à população. Devida a reforma que está sendo feita na Unidade de Saúde, servidores, pacientes e medicamentos estão expostos a todo tipo de entulho, poeira e maquinário sem maiores preocupações com eventuais contaminações que possam vir a atingir a população. A sala de medicação é pequena e vários trabalhadores têm que dividir o mesmo espaço. Pacientes estão sendo medicados nos corredores.
“Nós estivemos aqui no dia 26 de janeiro e, na ocasião, não tinha ninguém trabalhando na obra. Coincidência ou não, retornamos hoje por volta das 10h30min e não encontramos nenhum pedreiro no local. Sem contar que na parte que já foi reformada, os banheiros não possuem espelhos, onde tem está quebrado, e o papel higiênico fica exposto em cima do vaso sanitário”, ressalta Noedivaldo. “O Sindicato vai continuar cobrando a administração municipal, pois não podemos admitir essa situação”, finaliza Noedivaldo.

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