Sindicato cobra do governo mais segurança para as CEIs e EMEIs

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Devido a onde de violência estabelecida em toda a cidade de Ribeirão Preto, e mais intensamente na região oeste do município, por conta de ataques criminosos a ônibus, veículos de imprensa e da prefeitura, devido a morte de um homem pela Polícia Militar, ocorrida no sábado, dia 31 de maio, o Sindicato dos Servidores Municipais de Ribeirão Preto, Guatapará e Pradópolis está cobrando  da Secretaria da Educação mais segurança para os trabalhadores das CEIs e EMEIs. De acordo com informações relatadas por professores e servidores da rede municipal, foi estabelecido um toque de recolher em alguns bairros. Para piorar a falta de segurança nas escolas, o governo municipal não abre concurso para a contratação de novos agentes de segurança, e também retirou os porteiros das unidades de ensino. O Sindicato está exigindo que a SME intensifique a ronda feita nas escolas através da Guarda Civil Municipal.

“Sabemos que a insegurança é geral e que todos correm riscos. Mas não vamos admitir que a prefeitura não faça a sua parte na tentativa de garantir segurança aos trabalhadores. Dentro das unidades escolares a Secretaria da Educação tem que oferecer segurança aos servidores, para que eles possam desenvolver suas funções com tranquilidade. O Sindicato sempre esteve ao lado dos trabalhadores e nesse momento de dificuldade vai exigir do governo que faça a sua parte”, afirma o vice-presidente do Sindicato, Laerte Carlos Augusto.

“A obrigação de fornecer segurança é do Estado. Mas, diante de tanta omissão, a prefeitura tem de chamar a responsabilidade. O problema é que o governo de Ribeirão também se mostra inerte, não consegue unir as forças da cidade. Vale ressaltar que o Conselho Municipal de Segurança que foi criado ainda não efetivou suas ações”, diz o presidente do Sindicato, Wagner Rodrigues.

“A Seccional da Educação está muito preocupada e atenta aos anseios e necessidades dos servidores. Qualquer problema o servidor pode entrar em contato com os representantes do Sindicato”, finaliza o coordenador da Seccional da Educação do Sindicato dos Servidores, Donizeti Aparecido Barbosa.

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