Segurança e Medicina do Trabalho: Resolutividade é o principal pedido do Sindicato

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A reunião com a comissão do Sindicato e representante da Divisão de Medicina e Segurança do Trabalho foi marcada pela falta de resolutividade dos itens acordados no ano de 2012. Na data base do ano passado (2012) foi realizada uma reunião para traçar metas e estabelecer uma forma de investimento em ações e contratações de servidores para executar um programa de qualidade para os trabalhadores, mas nada foi resolvido.
Itens como exames periódicos para os trabalhadores, aplicações de normativas das NRs, contratações de médicos, peritos e aplicação de um levantamento de risco do trabalho deveriam ter sido feitos desde o ano passado, quando foi firmado o acordo na data base.
“O investimento governamental na divisão de Medicina e Segurança do Trabalho é zero há muitos anos. O reflexo deste descaso são as doenças ocupacionais, diminuição do papel da CIPAs e o fim da qualidade nas estruturas físicas e ergométricas”, afirma o presidente do Sindicato, Wagner Rodrigues.
“Na área da Segurança do Trabalho a prefeitura municipal não investi nada na prevenção de acidentes do trabalho e doenças ocupacionais. Exames periódicos não estão sendo realizados por falta de um cronograma de realização. Temos também o não cumprimento da portaria 3214 do Ministério do Trabalho, no que diz respeito a NR5, norma que regulamenta a criação e funcionamento das CIPAS, onde podemos destacar que nas UBDS não existem CIPAS e em outras Secretarias as CIPAS não funcionam”, diz o responsável pelo Departamento de Segurança e Medicina do Trabalho do Sindicato dos Servidores, Gaspar Marcelino.

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