Sassom vive operação desmanche

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Por Valdir Avelino

Quando a administração começou sua caminhada na organização do Sassom por atendimento mais humanizado, parecia uma proposta de investimento e avanços para os trabalhadores, apesar do sarcástico tema, que erroneamente levava a entender que os profissionais do Sassom não teriam comprometimento com os servidores.
É verdade que houve investimento, mas mais problemas surgiram. Houve um aumento nas reclamações dos atendimentos daqueles que são conveniados; primeiro relacionado aos médicos que em uma atitude praticamente em massa se descredenciaram do órgão, deixando seus clientes à deriva, ou seja, clientes esses que há muitos anos têm sido atendidos por esse corpo clinico hoje estão desamparados. Depois foi a questão dos laboratórios particulares que estão sendo privilegiados, esvaziando assim o bom atendimento do laboratório do Sassom. Agora estamos vivendo um caos no atendimento hospitalar, pois muitos hospitais se descrendeciaram ou estão com o atendimento mínimo, provocando falta de leitos e falta de opções aos servidores.
Temos que ressaltar que nunca vivemos uma época de vacas magras em relação ao atendimento hospitalar como a que vivemos agora. Nosso disque denúncia tem recebido muitas reclamações, principalmente para o atendimento de nossas crianças, que ao chegar aos hospitais ficam perambulando sem qualquer cuidado medico por falta de convênio.
O servidor quer e precisa saber? Onde está o nosso dinheiro pago ao Sassom? Como pode uma consulta demorar mais de 60 dias e em outros convênios ser rápido? Por que os hospitais estão sem atendimento? O que está levando os hospitais a se descredenciarem? Qual o interesse dessa operação desmanche?
Com todo respeito, o Sassom precisa ter mudança. Mudança de postura. Mudança de gestão. Temos fiscalizar e cuidar de nossos servidores, para que eles, aposentados ou ativos, sejam respeitados, pois pagam por um serviço de qualidade.
O Sassom é nosso! É fruto de nosso suor e não pode se tornar um prêmio de mera satisfação eleitoreira. O servidor, moralmente e por direito, deveria comandar o Sassom, cremando o cabidão de emprego que hoje vemos no órgão.

Valdir Avelino. Secretário Geral do Sindicato dos Servidores Municipais
secretariogeral@municipais.org.br

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