EM DEFESA DA JUSTIÇA DO TRABALHO

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São inaceitáveis as medidas que descarregam o peso do ajuste econômico sobre os ombros dos mais fracos e que tentam proteger os interesses de grupos privados por meio da extrema

supressão de direitos trabalhistas e com a pretendida extinção da Justiça do Trabalho.

                Não haverá justiça, equilíbrio e pacificação no ambiente de trabalho se não houver Justiça do Trabalho, se não houver Ministério Público do Trabalho (MPT) e se não houver sindicatos.

O Brasil é um País rico, principalmente em recursos naturais e humanos. Se todos puderem compartilhar do desenvolvimento dessa riqueza, o País se tornará mais próspero e feliz.

                Ninguém é contra que o empreendedor brasileiro tenha a justa recompensa pelo seu esforço. Mas o Brasil não precisa, não deve e não pode ser tão injusto e tão desigual.

                A Justiça do Trabalho é a garantia de um convívio pacífico, democrático e justo no ambiente onde os brasileiros passam a maior parte da vida, trabalhando e produzindo.

                A aspiração ao convívio democrático, justo e pacífico, garantido e protegido pela Justiça do Trabalho, não pode ser bloqueada pelos interesses de grupos privados locais

e, sobretudo, estrangeiros. 

A intenção inconstitucional anunciada de se extinguir a Justiça Trabalhista causará profunda redução no poder aquisitivo de todos os trabalhadores, causará piora nas condições

de vida da população, trará incalculável polarização e conflitos irremediáveis no ambiente de trabalho, com prejuízos evidentes à própria classe empresarial brasileira.

                Um país sem direitos – um país sem Justiça do Trabalho – é um país precário. E não queremos um país assim!

Sindicato dos Servidores Municipais de Ribeirão Preto, Guatapará e Pradópolis – Janeiro de 2019

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