Wagner Rodrigues é ouvido pela CEE que apura rombo bilionário no IPM

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Com a ausência do superintendente do Instituto de Previdência dos Municipiários (IPM) Arnaldo Benedetti, o presidente do Sindicato dos Servidores Municipais de Ribeirão Preto, Wagner Rodrigues, foi ouvido pela Comissão Especial de Estudos (CEE) que apura um rombo no Instituto que pode chegar a R$ 1,5 bilhão.
Este déficit existe desde 1992 quando foi criado o Fundo de Aposentadoria ao Municipiário (FAM), que passou a integrar também o IPM desde sua fundação em 1994.
Os vereadores André Luiz da Silva (PCdoB) e Walter Gomes (PR), que integram a comissão, fizeram perguntas ao presidente do Sindicato sobre a atual situação do Instituto e sobre as razões que podem ter levado ao rombo bilionário.
Wagner falou sobre as últimas administrações do IPM e apontou inclusive estudos que trazem sugestões para que o déficit seja sanado sem que haja um colapso administrativo no Instituto.
“Esse déficit precisa ser sanado e o mais rapidamente possível, mas o Sindicato não irá permitir que o trabalhador seja lesado de nenhuma forma e não venha a pagar a conta dessa dívida”, garantiu o presidente do Sindicato dos Servidores Municipais de Ribeirão Preto, Wagner Rodrigues.
Wagner também apontou que uma das falhas do IPM é a gestão. “É a mesma coisa de um filho ser contra a mãe em caso de um problema. Isso acontece no IPM, pois a superintendência responde ao governo. O correto seria a eleição do superintendente ou mesmo uma comissão paritária na administração”, explicou.

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