Insegurança: servidores são agredidos na UBS Vila Albertina

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Aconteceu novamente, mais uma vez servidores sofrem com a insegurança nos locais de trabalho, desta vez as vítimas foram os trabalhadores UBS “Dr. Álvaro Panazzolo”, na Vila Albertina, zona Norte de Ribeirão Preto. No local trabalhadores foram agredidos verbal e fisicamente por duas moradoras do bairro e pedem atenção aos problemas de segurança na região. O Sindicato dos Servidores Municipais prestou apoio imediato às vítimas e já solicitou reunião de emergência com o Secretário da Saúde, Sandro Scarpelini, para tratar as condições de segurança dos trabalhadores da unidade.

O caso aconteceu por volta das 11h desta segunda-feira (09), quando as agressoras foram até a Unidade procurando pela equipe de atenção domiciliar que as havia visitado no início da manhã. Ao encontrar os servidores as mulheres passaram a agredi-los verbal e fisicamente, e acabaram contidas por funcionários e pacientes do posto.

No momento em que foi informada da situação, a coordenadora da Seccional da Saúde do Sindicato, Debora Alessandra, dirigiu-se até a Unidade para prestar suporte aos servidores do local. “Ao chegar no posto, conversei com os servidores e todos estão bastante abalados com a situação”, explicou a coordenadora, que também acompanhou a servidora agredida fisicamente até a delegacia para registro do Boletim de Ocorrência.

Para tratar o caso, o Sindicato já solicitou reunião emergencial com o secretário da Saúde, Sandro Scarpelini. “Precisamos encontrar maneiras de manter os trabalhadores seguros, principalmente nessas regiões mais perigosas e onde o risco é maior. A solução passa por um melhor controle do fluxo de pessoas e também maior policiamento nos arredores, para pelo menos prevenir situações como essa”, esclareceu Debora.

O vice-presidente da entidade, Alexandre Pastova, também esteve no local acompanhando o caso, que para ele é reflexo do contingente insuficiente de GCMs para cuidar de toda a cidade. “Esse não é só um problema dentro da Secretaria da Saúde, é também de segurança pública e nesse caso de responsabilidade da Guarda Civil Metropolitana. Unidades de Saúde são locais que demandam atenção em tempo integral e esse caso poderia ter sido evitado com a presença de um GCM ali”, finalizou Pastova.

O Sindicato cobra providências da secretaria e seguirá acompanhando o caso.

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