CTB prestigia posse de Brizola Neto no Ministério do Trabalho e Emprego

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O presidente da CTB, Wagner Gomes, esteve presente, nesta quinta-feira (3), à posse do novo ministro do Trabalho e Emprego, Brizola Neto. Representantes das outras cinco centrais sindicais também compareceram à cerimônia, em Brasília.
O nome de Brizola Neto foi anunciado pelo Palácio do Planalto na última segunda-feira (30). A decisão foi tomada depois de uma reunião da presidente Dilma Rousseff com o presidente do PDT, Carlos Lupi, e o secretário-geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho.
Aos 33 anos, Carlos Daudt Brizola, nome de batismo de Brizola Neto, é o mais jovem ministro do atual governo. Neto do ex-governador Leonel Brizola (que morreu em 2004), ele nasceu em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, e está em seu segundo mandato como deputado federal pelo Rio de Janeiro.
Para Wagner Gomes, há uma boa expectativa das centrais em relação ao trabalho do novo ministro. “Ele falou em utilizar o Ministério como um instrumento para as reivindicações dos trabalhadores. É isso o que a CTB espera”, afirmou o dirigente.
Dilma definiu ser “muito significativo” o Ministério ser ocupado por um nome “que representa mais de meio século de lutas sociais, de defesa do interesse nacional e de conquistas pelos direitos dos trabalhadores”. “Não bastasse levar o sobrenome, o novo ministro carrega a história de seu tio-avô, João Goulart, que, em 1953, aos 34 anos, foi empossado ministro do trabalho do governo democrático de Vargas”, disse. “Assim, nomear como ministro Brizola Neto reforça em meu governo o reconhecimento da importância histórica do trabalhismo na formação do nosso país”, completou Dilma.

Modernização

Brizola Neto, por sua vez, assumiu a Pasta falando em equilibrar as relações trabalhistas no país. “Se o Ministério que assumo hoje nasceu nos anos 30, a função de equilibrar as relações trabalhadoras continuam. Não se quer dizer que as relações de trabalho não devam ser modernizadas, sobretudo num mundo que experimenta inovações tecnológicas inéditas. Necessitamos que a interferência do Estado nessas relações se atualize. As empresas mais modernas e eficientes são as que entendem seus trabalhadores como parte. Não é apenas para o trabalhador, mas também da empresa o interesse de que as relações de trabalho evoluam”, discursou.
“Se o traballho é parte da coluna cervical do país, o Ministério do Trabalho deve estar à altura desse imenso desafio. […] É preciso que [o Ministério do Trabalho] seja ágil, transparente e inovador”, completou Brizola Neto.

Fonte: Portal CTB

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