Polo da "terceirização" invade Unidade de Saúde e preocupa servidores

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O polo médico de tratamento específico para a dengue, inaugurado no dia 11 de fevereiro, tem ser tornado um verdadeiro “polo de terceirização” do serviço público e preocupado os servidores municipais concursados da Unidade de Saúde do Castelo Branco. Desde sua inauguração, vários servidores foram transferidos para outras unidades sem aviso prévio e sem a concordância dos trabalhadores. De acordo com o que foi repassado para o Sindicato, até ameaça estão sendo feitas aos servidores que trabalham no local. “Eles estão ameaçando a fazer o remanejamento dos trabalhadores caso eles não cooperem com a reestruturação imposta. Isso é o que eles dizem, mas, na verdade, eles estão oprimindo os trabalhadores concursados para que a unidade seja ocupada apenas por terceirizados, que faz parte da política de gestão que tem sido adotada pela Secretaria Municipal da Saúde”, diz a coordenadora da Seccional da Saúde do Sindicato, Débora Alessandra.

“O que está sendo feito com a antiga Unidade Básica e Distrital de Saúde (UBDS) do Castelo Branco é um crime contra os trabalhadores e contra a população. Com a inauguração da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da Avenida Treze de Maio, eles fecharam o pronto atendimento do local, deixando apenas os atendimentos básicos e de especialidades. Em Uma cidade como Ribeirão não se pode pensar, em momento algum, em fechamento de atendimento, principalmente de pronto atendimento. O que eles querem na verdade é terceirizar todos os atendimentos e precarizar os serviços”, diz Débora.

Diante da situação, o Sindicato dos Servidores vai enviar um ofício na tarde de hoje a Secretaria da Saúde cobrando do secretário Stênio Miranda explicações sobre as transferências dos trabalhadores e outros problemas administrativos da unidade. 

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